Colosso é Referencia Internacional

02/02/2012

Fonte: globo.com / Diário do Esporte

COLOSSO WAKE PARK É APONTADO COMO REFERÊNCIA INTERNACIONAL

A dupla de técnicos Fabian Grasser e Janik Von Lerchenfeld chegou esta semana da Alemanha para fazer a 1ª manutenção preventiva do Sistema de Cabos do Colosso Wake Park.  A dupla trabalha instalando e dando manutenção em sistemas de wakeparks pelo mundo e logo que conheceram a infraestrutura do maior complexo de wakepark do Nordeste decidiram remarcar as passagens e prolongar a visita.

E foi nesse clima que entrevistei Janick além de técnico manda muito bem no wake. Ele explicou que as condições do Colosso para a prática do esporte são perfeitas classificando o cenário como épico. Além disso, classificou o wakpark alencarino como um dos dois melhores do mundo em sua opinião.  Filho do criador da engenhoca, Cristian Von Lerchenfeld, começou a andar de wakboard aos seis ano de idade e conhece bem a fundo tanto o sistema criado pelo pai quanto as particularidades do esporte.

 

 ENTREVISTA

CWP
: Onde você aprendeu o wakeboard?
   
JANICK
: Comecei a fazer wakeboard com 6 anos de idade. Nessa época nós éramos donos de um cable park em Blaichach, uma pequena cidade no sul da Alemanha.

   
CWP
: Qual seu pico predileto?
   
JANICK
: Essa é uma pergunta bem difícil. Para cable parks, os meus favoritos são Turncable na Alemanha e o Hydrous em Dallas. Para wakeboard de lancha curto muito o The Projects em Orlando e os meus wakeparks com Cable System 2.0 prediletos são o Colosso Wakepark em Fortaleza/Brasil e o do Chad Browns em Dallas/Texas.


CWP :  A Sesitec está localizada em quantos países? Em quais você esteve e qual gostou mais?

JANICK
: Vários, pois a Sesitec é praticamente um virus, e está cada vez mais em diversos cantos do mundo. Os cables mais legais que acho são: Turncable na Alemanha, Hydrous em Dallas e o TNG na França.

 
CWP : Sabemos que a Sesitec está presente em eventos portáteis como o Wake The Line, em qual desses campeonatos você já trabalhou e qual gostou mais?

JANICK
: Eu já trabalhei em vários eventos portáteis como o Wake the Line, o Red Bull Wake Lab, Wake Stock Toronto, FISE, … Mas o meu favorito mesmo é o Wake the Line. O local do evento é disparado o melhor, o público é o mais animado, as festas são incríveis e o nível técnico da competiçao é insano! Se algum dia tiverem a chance de ir, não perca.


CWP : Ao viajar pelo mundo você deve ter conhecido diferentes culturas em torno do wake, o que você presenciou de mais diferente?

JANICK : Uma coisa que eu amo no wakeboard é que o wake não é só um esporte, é um estilo de vida.Não importa aonde você vá no mundo, sempre se sente em casa quando está com amigos wakeboarders. A única coisa que muda de país pra país é o nível técnico dos atletas. Nos EUA o nível dos atletas de wakeboard de barco é altíssimo, mas, o de cabo é muito baixo. Na Alemanha é o contrário, nós “quebramos” no Cable, entretanto, somos muito ruins no barco. No resto do mundo é tudo a mesma coisa, o que importa é que todos amam fazer wakeboard, não importa onde você pratica ou para onde esteja viajando. O mais importante é se divertir.

 
 

 

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02/02/2012

Colosso é Referencia Internacional

Fonte: globo.com / Diário do Esporte

COLOSSO WAKE PARK É APONTADO COMO REFERÊNCIA INTERNACIONAL

A dupla de técnicos Fabian Grasser e Janik Von Lerchenfeld chegou esta semana da Alemanha para fazer a 1ª manutenção preventiva do Sistema de Cabos do Colosso Wake Park.  A dupla trabalha instalando e dando manutenção em sistemas de wakeparks pelo mundo e logo que conheceram a infraestrutura do maior complexo de wakepark do Nordeste decidiram remarcar as passagens e prolongar a visita.

E foi nesse clima que entrevistei Janick além de técnico manda muito bem no wake. Ele explicou que as condições do Colosso para a prática do esporte são perfeitas classificando o cenário como épico. Além disso, classificou o wakpark alencarino como um dos dois melhores do mundo em sua opinião.  Filho do criador da engenhoca, Cristian Von Lerchenfeld, começou a andar de wakboard aos seis ano de idade e conhece bem a fundo tanto o sistema criado pelo pai quanto as particularidades do esporte.

 

 ENTREVISTA

CWP
: Onde você aprendeu o wakeboard?
   
JANICK
: Comecei a fazer wakeboard com 6 anos de idade. Nessa época nós éramos donos de um cable park em Blaichach, uma pequena cidade no sul da Alemanha.

   
CWP
: Qual seu pico predileto?
   
JANICK
: Essa é uma pergunta bem difícil. Para cable parks, os meus favoritos são Turncable na Alemanha e o Hydrous em Dallas. Para wakeboard de lancha curto muito o The Projects em Orlando e os meus wakeparks com Cable System 2.0 prediletos são o Colosso Wakepark em Fortaleza/Brasil e o do Chad Browns em Dallas/Texas.


CWP :  A Sesitec está localizada em quantos países? Em quais você esteve e qual gostou mais?

JANICK
: Vários, pois a Sesitec é praticamente um virus, e está cada vez mais em diversos cantos do mundo. Os cables mais legais que acho são: Turncable na Alemanha, Hydrous em Dallas e o TNG na França.

 
CWP : Sabemos que a Sesitec está presente em eventos portáteis como o Wake The Line, em qual desses campeonatos você já trabalhou e qual gostou mais?

JANICK
: Eu já trabalhei em vários eventos portáteis como o Wake the Line, o Red Bull Wake Lab, Wake Stock Toronto, FISE, … Mas o meu favorito mesmo é o Wake the Line. O local do evento é disparado o melhor, o público é o mais animado, as festas são incríveis e o nível técnico da competiçao é insano! Se algum dia tiverem a chance de ir, não perca.


CWP : Ao viajar pelo mundo você deve ter conhecido diferentes culturas em torno do wake, o que você presenciou de mais diferente?

JANICK : Uma coisa que eu amo no wakeboard é que o wake não é só um esporte, é um estilo de vida.Não importa aonde você vá no mundo, sempre se sente em casa quando está com amigos wakeboarders. A única coisa que muda de país pra país é o nível técnico dos atletas. Nos EUA o nível dos atletas de wakeboard de barco é altíssimo, mas, o de cabo é muito baixo. Na Alemanha é o contrário, nós “quebramos” no Cable, entretanto, somos muito ruins no barco. No resto do mundo é tudo a mesma coisa, o que importa é que todos amam fazer wakeboard, não importa onde você pratica ou para onde esteja viajando. O mais importante é se divertir.

 
 

 


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